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Conselho de Medicina e SESAU apresentam mais uma doença transmitida pelo aedes aegypti

Workshop de atualização voltado para médicos e enfermeiros abordará a Febre Mayaro, o evento acontecerá em diversos municípios de Alagoas.whorkshop arboviroses


Como parte do programa de Educação Continuada, promovido pelo Conselho Regional de Medicina de Alagoas – CREMAL, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde – SESAU, será realizado em diversas cidades um workshop de atualização em arboviroses. A novidade do curso será a apresentação de mais uma doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti, a febre Mayaro. As doenças mais conhecidas transmitidas pelo mosquito como Zyka, Chicungunya e Dengue, também farão parte da programação.
Os infectologistas Dr. Fernando Pedrosa, presidente do CREMAL e o Dr. José Maria Constant serão os facilitadores do workshop que discorrerá sobre a etiologia, epidemiologia, clínica, diagnóstico, tratamento e profilaxia das doenças. “Nosso objetivo é orientar os profissionais de saúde do Estado para as arboviroses agora tão presentes no nosso dia a dia. Com o avanço dos estudos sempre surgem dados novos que precisamos conhecer para um melhor diagnóstico e tratamento dos pacientes”, afirma Dr. Fernando Pedrosa, presidente do CREMAL.

Programação
As cidades que receberão o workshop de atualização serão: Santana do Ipanema, 30.11, das 9h às 11h, no Auditório da Câmara de Vereadores do município. Palmeira dos Índios, 30.11, das 14h às 16h, no Auditório do Dnocse. Na próxima semana Maceió recebe a programação, no dia 06.12, no auditório do CREMAL, das 9h às 11h.
Com locais ainda a definir, recebem a segunda etapa do curso as cidades de São José da Tapera, no dia 12.12, das 14h às 16h, no dia seguinte (13.12), será a vez de Delmiro Gouveia, com o horário das 9h às 11h. O giro pelo Estado termina na cidade de União dos Palmares, onde o curso ocorrerá dia 14.12, das 9h às 11h. O evento é gratuito, informações pelos 3036-3800 ou 99975-9919.

Mayaro
O vírus Mayaro foi isolado pela primeira vez em Trinidad (Trinidad e Tobago), em 1954. No Brasil, o primeiro surto foi descrito em 1955, próximo de Belém, Pará. Desde então, casos esporádicos e surtos localizados têm sido registrados nas Américas, incluindo a região Amazônica do Brasil, principalmente nos estados das regiões Norte e Centro-Oeste.
O Mayaro causa uma doença que cursa com febre, cefaleia, exantema (pintas avermelhadas), mialgias, artralgia e edema articular. É semelhante à febre do Chikungunya, outra arbovirose emergente que se espalhou pelo mundo. A doença ocorre durante todo o ano, sendo mais frequente no período chuvoso, de forma semelhante à dengue. Afeta pessoas de ambos os sexos e de todas as idades.
Entre dezembro de 2014 e janeiro de 2016 foram registrados 343 casos humanos suspeitos de doença pelo vírus Mayaro, identificados em 11 estados distribuídos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Mais da metade foi de Goiás com 183 casos suspeitos, seguido de 68 no Pará, Roraima (28), Tocantins (25), Mato Grosso (20), Amazonas (8), Amapá (7), e Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, ambos com um caso suspeito. Foram confirmados 70 dos casos notificados, 29 descartados e 244 permanecem em investigação.

 
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